Versos de sangue




NO ENCALÇO DO TEMPO LÁ ESTOU!
APAGADA PELA MORBIDEZ DO DESTINO,
O CLARÃO DANTES NÃO RELUZ UM FLEXE SEQUER
NO MEU ESCURO ESPAÇO-TEMPO
RESSECO A FALTA D'AGUA EM MIM.
SÓ SINTO O SAL
NADA MAIS!

EU!

Escrito por Gabriela Martins às 18h42
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Os Telhados

No mesmo balançar do passar das horas
pálidas,calidas...
Como a chuva que ameaça cair nesse instante
mas so encobre o céu,
Transfigura a lua,
muda os telhados.

Lá de cima nada é igual,
todas as curvas e telhas parecem dançar
a cada movimento da luz
com uma peculiar sinestria.
E cá estou a deslunbra-los
sozinha novamente.

Eu!

Escrito por Gabriela Martins às 18h23
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Oi!bom...como prometi voltei!!!

Clara,convesso que vc foi meu maior incentivo

bjus



Escrito por Gabriela Martins às 15h06
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Na calçada

Passos descalços

Na vaga luz que flesta

reluzindo todo o nada que me rodeia

Dentro e fora de mim...

Conteudos tão vagos como esses  passos pesados

dessa vida tão densa,tão espesa,tumultuadamente calma.

A falata da caneta e o excesso do papel

totalmente icolúme como esse orgão pensante,pusante,

paira e pára nessa calçada

fria e morbida.

De mim só a vontade de gritar minhas letras

calando meu coração.

Tudo é vago como é]eu.

E pairo na minha imensidão.

Eu!



Escrito por Gabriela Martins às 15h05
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